quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Ei Maluco!

Se lembra quando falavamos sobre o mundo e seu futuro?
perguntas sem respostas, conversas que terminavam sem fim,
que me fazia pensar por horas e horas...? bom agora sabemos
um pouco das respostas, mais não são como esperavamos.
Não é?
Como pode pessoas se tornarem tão egoístas e más...Mais o
bom é que tambem aprendemos que todos podem mudar e
ser melhores do que um dia foram...
Hoje sabemos que as respostas para nossas perguntas é exatamente
isso aqui.O futuro é isso aqui. E vai sempre ser oque é; Inexplicado...
Vinte e um anos, quatro meses e trinta dias de respostas inimaginaveis,
e tudo isso compartilhado com o melhor puplico do mundo...



TRAIÇÃO



Você acha que depois de tudo eu aceitaria o teu perdão!
Se fossemos amigos de verdade você não cometeria erros tão graves assim.


pirokinesis

Eu sou poeta e não desisto nunca



Se eu tiver que ir.
Eu vou bem de pressa!
Mais nunca me peça para fugir.
Por que quando eu escolhi você eu
Entrei nessa batalha foi para
Vencer!

pirokinesis

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A estratégia




Hoje as pedras podem rolar sobre mim,
Nuvens carregadas com relâmpagos e trovões tentam atingir a minha cabeça.
Quando você quiser matar alguém atinja o coração! E não a sua índole.
Agora vou mostrar que enquanto você pensava que me feriu você já estava no seu leito de morte.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Margarita de rolê




Não sou eu aquele que não sorri
Na sua frente não sou eu
Seria eu se ele não tivesse ali?
Se não tivesse desistido de meus sonhos?
Aquele em cima do palco
Com uma guitarra Lês Paul
Olhando para platéia como se dissesse:
Sou superior a todos vocês.
Ou se entendesse o motivo de seu sorriso
Sorriria com ele e fingiria não ser eu mesmo?
Ou correria para a saída do show
Com cara de otario sendo eu mesmo?
Subiria naquele palco que tanto quero
Quebraria suas guitarras e vomitaria na platéia
Sim, vomitaria nas suas lindas jaquetas de couro
Escreveria por linhas tortas seu destino
E pisaria nos seus poemas de poeta romântico
Que inventou o amor trepando como uma prostituta
Sim, eu pisaria sobre seu altar e queimaria
Queimaria a mim mesmo como um incenso para envenená-los
Com a fumaça toxica de minha diarréia
Que do doce abismo da privada clama por socorro,
Quero um laxante mais poderoso
Para agüentar sua mesquinhez
Sim, de todos vocês
Quero um perfume de estrume
Para parecer com a burguesia
Quero todos os desodorantes vencidos
Para me se disfarçar como vocês
Chamando de imbecil seu retrato embasado
Amontoando sujeira debaixo do tapete persa
Não se enxergam nem dentro de um tumulo
Sendo violado pelo verme do capitalismo
Quero as putas, os bêbados, os chapados
Todos os mendigos, loucos e poetas
Todos eles na primeira fileira do meu show
Vou amá-los e dizer:
Pronto agora podemos defecar nossas idéias
Sobre as cabeças dos ignorantes materialistas
Amando mais sua estúpida imagem
Do que o progresso da justiça social
Vamos, podemos morrer hoje
E deixar o fracasso para eles
Não somos filhos do seu mundo
A buceta que os pariu foi a luxuria
Seu sobrenome é ignorante imbecil
Que inventa sua própria sabedoria
Não tem humildade nem na merda
Que despenca na privada de luxo
Vão, se enterrem mais não na terra
Porque sua composição é veneno para ela
Se apaguem na luz escura
Que o Diabo ajudou a escrever
Porque são todos demônios
Filhos de seus próprios egos que não entendem
O invisível estado de consciência justa e igualitária

"Desejo que se abasteçam de amor, pois é o único  
Combustível que não queima no inferno"

Por Manfrá

O brilho da estrela


Pra que sentir medo do nada ???
Se até os grandes planetas do Sistema Solar são sozinhos e;
Distante um do outro na imensidão do espaço
Mas mesmo assim eles tem a companhia de estrelas...
A maioria está a milhares de anos luz de distancia
Mais o seu brilho os iluminam.

domingo, 27 de novembro de 2011

CARTOLA MÁGICA

Eu estava andando no parque pensando, o que eu vou fazer.
Com tantos problemas a serem resolvidos!
Foi quando eu avistei um velhinho que dizia ser um grande mágico.
Havia várias pessoas em volta dele à maior parte eram crianças sorridentes.
Ele colocava a mão dentro de sua cartola, mais nunca tirava nada!
E mesmo assim todos se alegravam.
Cheguei mais perto dele e lhe perguntei, se você é mágico mesmo me tire da cartola um meio de resolver todos os  meus problemas. Ele colocou a mão dentro da sua cartola.
Remexeu e remexeu por várias vezes.
Em seguida tirou um pedaço de papel escrito: Se deixe ser amado, aí foi que eu descobri que nunca é tarde demais para amar. 

                                                      PIROKINESIS

Desabafo


Se todos se sufocam com seu próprio sangue.
Por sentimentos de amor e paixão que nunca teve
E então em mim criou-se uma nuvem preta com raios e relâmpagos
Descobri neste instante, que eu não passava de lixo pra você
Desculpe-me! Mais eu não posso te perdoar
Deus se cansou de me ver sofrer
E hoje você está sentindo o peso da mão de Deus.
Para todos os gestos ou palavras que ferissem os meus sentimentos
E para cada pingo de lágrimas que me fez derramar, fique você sabendo.
Isso também é a mão de Deus agindo
Espero que consiga achar paz
Do fundo do meu coração te desejo tudo de bom.
Porque eu não sou quem você pensou que eu fosse
Mais tudo bem, você já esta sentindo isso
Fique na solidão que eu já tenho uma família
Eu tenho pessoas que me amam de verdade

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Poesia de desinteria

"Vou me refazer sem te fazer, vou te entender sem me desentender, vou me reverter sem te inverter, me deixar de deixar pra ser feliz, vou me ocupar com meu espaço, vou esvaziar tua ausência, vou me apagar sem desaparecer, me reconstruir sem destruir, amar sem nada a esperar, vou vê se me refaço, se me desembaraço do teu embaraço, vou ver se me ergo sem pisar em ninguém, vou ser forte na fraqueza, mesmo que não pareça o que seja eu vou ser eu mesmo, se não me perco, me distancio do mundo, do seu mundo, do mundo que criamos em nossos universos. Tentar compreender o incompreendido, sem que me ache por aí perdido, não vou cair na tentação de te fazer presa no meu paraíso, se não vira inferno, tudo do avesso, vou te deixar levar tua vida pra viver, deixar a morte do teu sorriso ressuscitar, dar vida para tua vida cansada de apanhar, vai viver como rei e rainha em minhas poesias, ser dona do meu passado para reviver-me do meu presente, vai entender sem desentender que o poema do louco tem poder, para reviver, para lhe dizer que "Te desejo que da tua vida se faça os espetáculos dos seus sonhos, que teus desejos fortaleçam a ti, que da tua vida se faça presente de Deus e que o impossível seja possível, e esteja em tuas mãos"

                                                       
                                                     Por Manfrá


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A lamparina

O que mantem acesa a lamparina do maluco é a solidão;
Quando ele encontra o verdadeiro amor
Ela aumenta a claridade
Para iluminar na escuridão.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Viajante noturno


Enquanto muitos dormem, na noite fria e chuvosa eu vago...
Bêbado e chapado e todo molhado...
Você esta fazendo sexo com seu parceiro ou só dormindo...
Eu pelas marquises das lojas sentado
Trocando idéia com os viventes das ruas,
Amantes da lua e escravos do amor que um dia talvez existiu
Em vez de me critica por não me compreende,
Tente me dar uma mão e toque no que restou do meu coração
E tire-me dessa prisão.

Bacon de Tarzan


Para os meus espinhos não há flores
Para a minha primavera não há verão
Para o meu despistar não há negocio
Para o meu bem querer não há disfarce
Para tuas faces não há sentido
Pelo o que falo, pelo o que digo
Agora que não repito e outra vez o que digo!



Manfrá





sábado, 19 de novembro de 2011

O Tropeçar do pensar



 

O devorador se chamava Manuel
Padeiro da paulista
Português sábio
Que te fez calar
E te dizia:

Reflita, Reflita apenas nisso:

Que te fiz escorregar na sua razão
Me fazer aparecer no teu não ver
Foi me adiantar de mais
Devolver-me á escuridão
Que de todos os meus poemas
Do teu orvalho nasce o meu jardim
Não de sobrevivência por prazer
Mais de vivência por exigência
O teu relampejar me faz susto
E me devora pela cidade
Levando cativos meus instintos
De luta e embriaguez
Sou guerreiro armado com fogo
Para queimar a tua sanidade
Sou vaso não plantado
Nutrindo o saber
Sou jóia não rara
Enfeitando teu camelô
Sou adubo regado
Do teu cativeiro sem dor
Sou tesouro não achado
Pela sua ignorância infeliz
Queimando sua razão
Do sertão ao vosso coração
Vem rainha da chuva
Amedronta minha peregrinação
Do orvalho a escuridão
Do escuro ao meu orvalho
Vem de mim querer fazer
O tropeçar do teu pensar
Fazer-te enxergar 
O brilho da vida
O qual se perde, e se perdeu
Na tua necessidade
De me desprezar




Bom dia, Manfrá!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Vida e morte





Como conto inacabado

o suspense do enfarto

A ratoeira e o rato

preso...preso?

preso no espaço sideral

preso no estado espiritual

preso na morte carnal

Assim me faço

você

e

você

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Sera que é assim???



Pra que tentar fazer o certo
Se nesse mundo ta tudo errado?!!
É pra ter o prazer de ser contra
Esse bando de alienado...
Ou simplesmente pra viver
A real liberdade.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Nova Éra


Nasce da nova Éra
As artérias no fim da

nova velha...


Velha historia morta viva

que morre e fica

Fica e arrisca até alcançar

o ficso que se ficsa!




segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Paraíso Invisível


Eu disse a ele: Voltei prevenido, despreocupado, sem medo, sem receio, minhas palavras haviam cicatrizado meu medo, perdi a inocência mais ganhei um mundo de descobertas, me reinventando a cada dia, me fazendo sem mesmo saber o que fazer, dedicando cada minuto da minha vida ao progresso de minhas paixões, confiando no tempo e na sua cura, vencendo a mim mesmo sobre as noites prolongadas pela insônia.  Insisti em mim,me fiz de louco para compreender a ignorância dos homens, me amei para poder amar.   Não tive por medo o tempo que ao seu tempo iria revelar todo o meu segredo, acorrentado aos meus pensamentos, obcecado pelo simples da vida, não como uma norma ou uma regra, mas pelo livre entendimento do que nos compõem, do que somos formados, além do pó, além da cegueira espiritual, do fracasso idealista, das tragédias e fortunas.   Do que somos estabelecidos diante de todos em cada qual se materializa não pelo suor ou pelo negativismo imposto, mas pela prudência de não ferir ninguém, de não desprezar a vida no outro, somos mais do que moléculas e células, somos a divindade de nossos pensamentos, aventureiros sobre o incógnito de nossos seres, infalíveis sobre o que não conhecemos.   Somos mais, somos a ânsia do querer, a natureza de nossos mundos, a essência positiva sobre o negativismo, a paisagem que embeleza ou destroí.    Somos jovens eternos concebidos sobre a genialidade de Deus, enriquecidos pelas 
vivências, experiências e sobre a plenitude da existência.   Mártires de nossa paixão voluntaria, vencedores de nossas batalhas particulares, compositores de nossa história.    Somos Jovens, de 20, 30, 50 anos, rejuvenescidos pelo espírito da melodia que compõem a alegria de estar vivo.   Somos reis, reinando sobre nossa consciência vasta de nossos reinos pessoais, poetas de nossa linguagem peculiar. Somos jovens alucinados pela vida, amando-a pelo medo do desconhecido estado da morte, reluzentes como a aurora que procede ao nascer do sol, como a lua que caminha junto às estrelas iluminando as trevas de nossos abismos.  Somos a encarnação de nossos desejos, o legado de Deus, o amor feito sangue e carne.  Somos Jovens amantes, aventureiros, loucamente loucos pelo viver, apreciadores do paraíso invisível, errantes e apaixonados pela vida.

           

                   

                                                         Por Manfrá

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Náufrago

Nesses dias de inquietude e desassossego meu corpo se detém sobre a cama que quase miraculosamente sossega meu espírito desajustado com a vida, decepcionado pelas penúrias do meu ser. E do íntimo do meu viver eu clamo: Quero a trégua, a trégua comigo mesmo, a paz que renunciei por motivos inconseqüentes.  Não, ainda não compreendi o âmago da vida, o fator essencial da existência.  Nesses dias depravados e solitários quero alguém, não para conversar, não para curar-me da escassez de minhas motivações, mais pelo amparo de meus desejos, dos meus poemas.   Quero repousar no jardim dos meus pensamentos e reencontrar Deus, sossega essa minha vontade de não saber o que querer.  Desafortunado homem que sou quem me livrará das respostas sem dor? Dos anseios angustiantes? Da sede do meu saber? Da angustia do meu peito? Por quê? Por quê? Somos tão inseguros em nossas provações? Tão limitados em nossas expressões afetivas?.    Medonhos, sim, somos medonhos, inspiramos o medo, a crueldade, as desavenças, reprovados na angustiante provação de nosso caráter, na avidez de nossos desejos egoístas e ambição aguda.  Apressados para fugir, desalentados por uma vida metódica e moderna, esmorecidos pelos nossos medos e contaminados por um afadigoso mundo inferior que habita no abismo misterioso de nossas almas. Desconhecidos sim somos desconhecidos de um naufrágio particular, decadentes de um inóspito mundo decaído.  Em nossa guerra particular, travadas sobre noites amargas, penosas e dolorosas, o indiscutível coração humano carrega nossos delitos, causas e amores, desconhecidos aos estrangeiros de nossas batalhas individuais, de nossas causas e infortúnios.     Por mais que se façam entender, jamais entenderam vossas calamidades, pelas suas adversidades correrá a só com Deus e somente pelo seu desventurado caminho encontrará a felicidade.

Por Manfrá

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Berço da utopia


Vindo do desconhecido,um navio mercante guiado por desbravadores
De longe avistei sobre o convés do navio
A criatura mais linda que eu já tinha visto
fico imaginando de onde veio tanta beleza
A noite em minha cama fico imaginando aquela pele macia como pecego maduro;
Com um perfume mais estonteante que o cheiro das rosas
Com seus olhos parecendo dois gigantes diamantes esculpido pelos deuses,
No berço da utopia continua os delírios movido pelo sono
Eu viajo mais e mais nesse sonho maravilhoso
Querendo ser levado por ela;para viajar em seu navio
Sendo guiado por águas desconhecidas
E descobrir o vazio de novas terras junto a ela
TUFF..."hhaaaaiii.... dor maldita" da coronhada de um rifle em minha nuca
Ao se deparar ali estou;acorrentado e levado para longe só que no calabouço repleto
de sujeira,umidade,mal cheiro e escuro
O pior de tudo não é as dores que sinto pelo corpo acorrentado
Ou pela fome ou pela surra levada ...
E sim a pior tortura é ver que a tão bela flor já tem quem a regue
E quem a cuide de suas pétalas e tornando a mais bela entre as que já vi.



terça-feira, 8 de novembro de 2011

O poder do sol


La vem mais uma noite de um calor estonteante e de uma madrugada que nunca termina,as paredes do quarto fechadas como um alçapão para minha mente,olhando para todos os lados ele se fecha e torna as paredes do quarto a cada minuto mais pequenas e angustiante
Sem sono virando te um lado para outro na cama...ouvindo aquela pressão vinda do mais profundo de minha alma e com dor no coração e na mente implorando para Deus que acabe logo essa noite
Com o TIC TAC do relógio torna-se mais angustiante e as formas que as matérias tomam na escuridão tornam-se tudo mais aterrorizante
A respiração ofegante de quem dorme junto com o barulho dos cachorros latindo ao longe torna-se como um pavio preste a explodi em desespero
Maldita noite;levantando e ligando a maquina de alienação e nada de resultados ela torna-se mais chata durante a madrugada e a desligo;a cada minuto pensando e desejando que amanheça logo...
que alivio essa tortura acabou;e a madrugada da prisão mental foi em bora se curvando para uma das maiores criação de Deus o SOL que torna-se tudo novo colocando as criaturas das trevas para correr.

O Fardo


















Houve sensação de bem estar de todos
Que todos estivessem bem
Houve sensação de poder
Como se pudéssemos controlar toda a história
Houve falhas, mais também houve tentativas
Tentativas que nos fizeram crescer
Houve medo, houve insegurança
Mais também houve esperança
Esperança de um viver melhor
Sem mais agarrados a falsas
Teorias de felicidade
Ou propagandas hipócritas
Que elevavam mais a criação
Do que o criador
Houve um anseio, uma preocupação com todos
Como se todos estivessem presos no mesmo barco
Mais foi algo momentâneo, logo passou
E todos se viram acorrentados um ao outro
Ninguém queria admitir que estivesse errado
Mais esconder a verdade de si mesmo
Causava-lhes alívio instantâneo,
Nem todas as paginas da historia
Poderiam conter os momentos
Que mentíamos para nós mesmos
Ao invés de buscarmos a verdade
Matamo-las e crucificamo-las sobre nossas cabeças
Houve uma chance, houve uma salvação
Mais agora ela não está aqui
Está em todos nós


Por Manfrá

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Tv Pussy
















Entre afetos e desafetos
Desalentos sobre o vento
Mentiras e sapatilhas
Encontros e porfias
Sexo e orgias
Algemas e chicotes
Tapas e chapas
Droga que incomoda
Vizinho acordado
190 na chamada
Policia com lanterna
Bate na cara
Mulher viciada
Chupa na chuva
Homem que goza
Criança estorva
Casal que trepa
No mato não enxerga
Caseiro vê
Na punheta se arrega
Cultura é buceta
Escola, no livro na enciclopédia
Não tem gramática e nem regra
Transa no mato, no cu e na serra
Buceta na TV
No radio e na praia
Vem de calça, biquíni ou saia
Pode ser cadela, galinha ou vaca
Judeu, asiático ou europeu
O que importa é se comeu
Em propaganda, comercial tem xana
Da ibope e atenção chama
No livro do professor, na revista do aluno
Escondido no mato batendo uma no escuro
Do muro, do muro da pra ver o futuro
Sexo é tudo


Por Manfrá

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Homem de gelo

Homem glacial, congelado por tempos...

Aprisionado no gelo

Seu corpo frio como a neve e sua alma escura como o abismo que o cerca

Deixando sua realidade no passado muitos tentam revive-lo,

Mas de nada adianta


Estão tentando fazê-lo viver o presente, mas até agora não conseguiram

Maldito gelo que não quebra com o machado, mas sim com: arte, cultura, musica questionamento e tudo que um dia teve, mas que hoje se tornou muito mais fria e dura que esse maldito gelo...


Rock

Dentadura amarela

Era frio e distante para caminhar,
Cômodos da casa, uma rua miserável, sala no piso superior.
Ela entrou no banheiro, paredes finas, dedos amarelos
Banheiro pingando, sombras cinzentas.
Pude vê-la, em cima do muro,
voltando para mim
Lugar vazio, calma indecente,
O que ela quer de mim?
O seu silêncio cria tudo em volta
Me diga aonde você dormiu a noite passada?
Porque não quer mais minhas poesias?
Aonde você vai? Aonde vai?
Porque o seu mistério não é mais novidade?
Chinelo do lado de fora, cachorro babão,
marcas de cigarros, cobertor queimado
Me diga o que ela quer de mim
Aonde vai, aonde vai?
Não vou procurá-la mais
Em meus sonhos diários
Dentadura amarela no copo, radio ligado
poesias velhas, poesias amassadas
No quarto chapado, larica intensa
fome mata, pensamento louco
rabiscos em cadernos, folhas rasgadas
televisão ligada, volume abaixado
Música alta, vizinho acordado
O que ela quer de mim?
Na noite chapado

Por Manfrá

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Comedores de vaidade

















Comedores de vaidade
Semeando semente morta
Entre os campos daqueles que se foram
Vestindo de linho nobre o trapo sujo
Amontoaram seus próprios filhos
Do deserto á terra fértil
Enriqueceram seus estômagos
Com caras esqueléticas amarelas
Daqueles que se perderam
Entristeceram um mundo que os partiu
Na mais vasta bela loucura
Que é o AMOR
Degustadores da fome que não alimenta
Seu exterior corrompido
Pela ausência de caráter
Nômades numa terra que nunca
Souberam reconhecer
Eram inquilinos mal-amados
Que retiveram mais do que dispunham
Deteriorizadores do âmago
Da vida existente
Colhedores de todas as
Frutas más que existem sobre a terra
Semeando sua própria destruição

A libido de seus egos
Não lhes tornam culpados
Mais a falta de amor
Tira-lhes a inocência



Por Manfrá