Vem e me derruba, muralha forte de vento forte
rosna em meus ouvidos tua espada
me chama pela morte o teu viver
Esmaga de minha presença o furor
e me cura por toda a cidade
Inala de mim toda fumaça
e esvazia meus predios de vaidade
Aconchega tua mão acolhedora
E me faz bem para o mau olhado
Não me pertube o sono pela madrugada
Nem descançe minha vontade de vencer
Quero toda a luminosidade para mim
meus amigos e irmãos perdidos
Toda a vida sem desculpa
como uma sexta sem bebedeira
Não quero grana para me estragar
Nem me esquecer quem sou
Já fui sujeito do objeto
cortado de meu auto-recesso
Hoje quero toda sua pilantragem
Desesperada e despida para mim
Noites como um inverno
invernos como um verão
Não quero mais jaula enfurecida
ou opinião alheia egoísta
uma cama de paz e sorriso no outro dia
é tudo o que eu mais peço
rosna em meus ouvidos tua espada
me chama pela morte o teu viver
Esmaga de minha presença o furor
e me cura por toda a cidade
Inala de mim toda fumaça
e esvazia meus predios de vaidade
Aconchega tua mão acolhedora
E me faz bem para o mau olhado
Não me pertube o sono pela madrugada
Nem descançe minha vontade de vencer
Quero toda a luminosidade para mim
meus amigos e irmãos perdidos
Toda a vida sem desculpa
como uma sexta sem bebedeira
Não quero grana para me estragar
Nem me esquecer quem sou
Já fui sujeito do objeto
cortado de meu auto-recesso
Hoje quero toda sua pilantragem
Desesperada e despida para mim
Noites como um inverno
invernos como um verão
Não quero mais jaula enfurecida
ou opinião alheia egoísta
uma cama de paz e sorriso no outro dia
é tudo o que eu mais peço
Por Manfrá



























