
Nasce da nova Éra
As artérias no fim da
nova velha...
Velha historia morta viva
que morre e fica
Fica e arrisca até alcançar
o ficso que se ficsa!
Sou sujeira aos olhos da imbecilidade convencional da tragédia humana, eu sou a decadência rastejando por vida, a volúpia corporal desmascarada pela sensualidade trivial, como demônio embriagado, sedento por caos em minha rebelião pessoal. O que dói não é a ruptura, é a escassez de informação vital, envolvendo todos como um nó arreganhado ao pé de Cristo.



Eu disse a ele: Voltei prevenido, despreocupado, sem medo, sem receio, minhas palavras haviam cicatrizado meu medo, perdi a inocência mais ganhei um mundo de descobertas, me reinventando a cada dia, me fazendo sem mesmo saber o que fazer, dedicando cada minuto da minha vida ao progresso de minhas paixões, confiando no tempo e na sua cura, vencendo a mim mesmo sobre as noites prolongadas pela insônia. Insisti em mim,me fiz de louco para compreender a ignorância dos homens, me amei para poder amar. Não tive por medo o tempo que ao seu tempo iria revelar todo o meu segredo, acorrentado aos meus pensamentos, obcecado pelo simples da vi
da, não como uma norma ou uma regra, mas pelo livre entendimento do que nos compõem, do que somos formados, além do pó, além da cegueira espiritual, do fracasso idealista, das tragédias e fortunas. Do
que somos estabelecidos diante de todos em cada qual se materializa não pelo suor ou pelo negativismo imposto, mas pela prudência de não ferir ninguém, de não desprezar a vida no outro, somos mais do que moléculas e células, somos a divindade de nossos pensamentos, aventureiros sobre o incógnito de nossos seres, infalíveis sobre o que não conhecemos. Somos mais, somos a ânsia do querer, a natureza de nossos mundos, a essência positiva sobre o negativismo, a paisagem que embeleza ou destroí. Somos jovens eternos concebidos sobre a genialidade de Deus, enriquecidos pelas
vivências, experiências e sobre a plenitude da existência. Mártires de nossa paixão voluntaria, vencedores de nossas batalhas particulares, compositores de nossa história. Somos Jovens, de 20, 30, 50 anos, rejuvenescidos pelo espírito da melodia que compõem a alegria de estar vivo. Somos reis, reinando
sobre nossa consciência vasta de nossos reinos pessoais, poetas de nossa linguagem peculiar. Somos jovens alucinados pela vida, amando-a pel
o medo do desconhecido estado da morte, reluzentes como a aurora que procede ao nascer do sol, como a lua que caminha junto às estrelas iluminando as trevas de nossos abismos. Somos a encarnação de nossos desejos, o legado de Deus, o amor feito sangue e carne. Somos Jovens amantes, aventureiros, loucamente loucos pelo viver, apreciadores do paraíso invisível, errantes e apaixonados pela vida.



Vejam isto, são somente aparência.
Pela
estrada rogamos ao infinito,