quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Náuseas e estimulantes

E se eu não contasse meus segredos, o que ela contaria de mim? Se de porta em porta fui me buscar mas eu estava fechado, que minha pedra de espelho tornou se meu prato raso.   Folgas como num fim de semana qualquer, pintado pela neblina de Deus, sequei suas fontes de água espalhada pelo deserto e do interior da casa e entupi a privada com o cheiro do meu suor.  Quando contei que ainda que estivesse sobrevivido e apelado pela náusea fora de hora, não enfrentaria todos os meus medos e pensamentos, nem me acharia culpando a mim mesmo em minha trajetória, que por mais que eu ainda me perca e não te venha  encontrar no meu paraíso, estarei hilariante, pulsando como flores néctar para a rainha egoísta, como jóias jogadas do quinto andar, pombos em cima de um orelhão, maldições feito realidade e paranóias.

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